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Carregadores de Mundos

Estava recentemente lendo uma exploração sobre o re-aprender a importância de como nos encontramos (em inglês).

Esse sentimento de re-aprender como nos encontramos volta e meia bate a minha porta. Sinto como se fosse um toque de lembrança sobre minha própria jornada e como ela vai mudando e evoluindo.

Traduzimos a forma como nos encontramos em muitas coisas: como preparamos o espaço, como convidamos e como usamos e transformamos a linguagem – mas no fim tudo faz parte do natural encontrar-nos em diálogo, a mágica de múltiplos mundos investigando uns aos outros com curiosidade. E a minha curiosidade se renova, curiosidade pela arte do encontro e como podemos auxiliar para que estes espaços aconteçam.

Nas minhas explorações sobre sistemas sociais, coisas que tenho escrito em inglês, a forma como nos encontramos talvez seja a única na qual as atividades humanas possam imaginar influenciar mudança social. A mudança-chave é a conversa, mas não aquelas que temos todos os dias nem as que podemos planejar para influenciar outros e seus mundos.

A conversa para mudança social é aquela em que mundos se encontram e se re-descobrem. Para estas, nós não ensinamos porque as pessoas já sabem, não institucionalizamos porque são as pessoas as carregadoras de mundos, não as organizações. Nós convidamos para o que temos escutado e colhemos o que ouvimos.

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