Estamos acostumados a que iniciativas sejam globais, mesmo que sempre sejam criadas no mesmo continente de sempre e na mesma língua de sempre. Talvez porque o poder financeiro seja um poder do fazer, uma estratégia para exportar energia masculina da transformação pelo mundo. Nada mais natural que essa energia saia de onde o financeiro mundial sai.
Para outras culturas, outras pessoas e outros momentos, uma humildade em tratar do entorno e cuidar com uma energia feminina -- não negando os aspectos globais, mas não globalizando o que é mais íntimo, mais peculiar.
Vi a transformação do Instituto chileno encabeçado pelo biólogo Humberto Maturana e Ximena D’Avila como um convite ao bom senso. Não sei se a energia vem daí e devo confessar que a quantidade de vírgulas que eles colocam em uma sentença tira um pouco a elegância da coisa, mas…
Também achei o vídeo um pouco piegas -- e olha que eu gosto da tal transformação da borboleta. ;)
Tags: borboletario, Chile, Matríztico, Maturana, Ximena

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