Entries by Augusto Cuginotti

O Poder do Collaboratory

uando olhamos para o que está acontecendo no mundo, podemos dizer que a complexidade está escalando a montanha. Não diria que as coisas estão mais complexas, mas que talvez tenhamos, como sociedade, maior capacidade de perceber as complexidades à medida que nossa vida fica impactada de forma mais visível por problemas que não vão desaparecer […]

The Power of The Collaboratory

hen we look at what is happening at the world, complexity seems to be climbing the mountain. I wouldn’t say there are more complex problems, but perhaps more capacity in our society to acknowledge issues that are complex. This comes at a time when it’s visible that some problems impact our lives and won’t go away […]

Sê Todo em Cada Coisa

To be great, be whole: nothing yours exaggerate or exclude. Be all in everything. Put all you are in everything you do. Be like the moon that shines whole in every pond Because it lives up high.

Em Estar a Serviço

Estar a serviço de nós mesmos, do outro ou de uma causa é uma oferta que fazemos e que envolve uma certa atenção e energia. Essa é uma energia colocada principalmente em uma relação constante de re-conhecimento do momento e da necessidade tanto do nosso lado quanto do outro. São relações bem contextuais. Exercitar nos […]

On Being at Service

Being at service to ourselves, to others or a cause is a personal offer that requires some attention and energy. It is the energy placed in a constant relationship to re-discover the present moment and both our needs and the needs of others. Those are context-dependant relationships. To exercise listen to ourselves and to the […]

Participatory Meetings with a Clear Purpose

Restlessness. When things tingle inside me asking to happen. Big restless moments can be a sign of change that can cause anxiety, sometimes anxiety based in a fantasy that what will change won’t go well. Curious that for me “going well” is not usually defined. Pure fantasy. The same fantasy is present when I’m working […]

Encontros Participativos com Clareza de Propósito

Tenho minhas inquietações, coisas que formigam o corpo para acontecerem. As maiores são prenúncio de alguma mudança que pode causar ansiedade, muitas vezes uma infundada fantasia de que o que está para mudar não vai caminhar para boa direção. Fantástico mesmo é que normalmente eu não tenho claro o que é “boa direção”. Fantasia completa. […]

Quem somos quando nos observamos?

Olhar para si mesmo é olhar para as reações que temos quando percebemos acontecimentos ao nosso redor. Essas reações são aqueles pensamentos, julgamentos, sensações e emoções que aparecem de surpresa e que vamos re-conhecendo aos poucos. Quem somos quando nos observamos? Somos essas reações, com toda maquiagem que produzimos sobre elas, somado a uma caixa […]

Allow for Unlearning Structures

It makes sense that structure invites certain behaviours. Stepping into a room of a traditional school and in a space with round tables will feel different, trigger different memories and open (or close) possibilities in people’s heads.

Manifestando uma Revolução de Segunda Ordem

Como a energia de manifestações de rua pode ser utilizada para a transformação de longo prazo da sociedade? Como uma revolução pode gerar propostas concretas de mudança sem se reduzir a um discurso político?
Estas são questões que emergem de cada protesto, assim que os cartazes e cacetetes são baixados.. Respondê-las requer o que eu chamo de uma “revolução de segunda ordem.”